Uma sindicância interna da Cedae revelou que a diretoria financeira da estatal ignorou alertas técnicos sobre a instabilidade do Banco Master, resultando em um prejuízo de R$ 222 milhões. O relatório indica que critérios de risco foram flexibilizados após interações entre a diretoria da companhia e representantes do banco, com a omissão deliberada de dados estratégicos ao Conselho de Administração e ao Comitê de Auditoria. O presidente da Cedae, Rafael Rolim, encaminhou os achados da investigação para órgãos de controle, incluindo o Ministério Público, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) e a CVM. Diante da gravidade, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) anunciou a abertura de uma CPI para apurar o episódio e outros investimentos do Rioprevidência, que totalizam cerca de R$ 3 bilhões sob suspeita.
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