Cedae corta R$ 500 milhões em gastos para evitar déficit em 2027
A nova gestão da Cedae anunciou cortes de R$ 500 milhões em contratos e despesas operacionais para equilibrar as contas da estatal até 2027.
Pontos principais
- O corte inicial de 25% no orçamento de obras e serviços pode ser ampliado para 35%.
- A medida inclui a redução de gastos com funcionários comissionados e terceirizados.
- Auditorias internas investigam inconsistências no balanço de 2025 e perdas financeiras no Banco Master.
- A nova diretoria revisa acordos com concessionárias privadas e busca a despolitização da empresa.
O novo presidente da Cedae, Rafael Rolim, implementou um plano de austeridade que prevê o corte de R$ 500 milhões em contratos e despesas operacionais. A medida visa prevenir um déficit financeiro projetado para 2027 e reestruturar a saúde fiscal da companhia. O plano contempla uma redução imediata de 25% no orçamento destinado a obras e serviços, com possibilidade de expansão para 35%, além de cortes em cargos comissionados e terceirizados. Paralelamente, a nova gestão conduz auditorias rigorosas para apurar inconsistências no balanço de 2025 e perdas em aplicações financeiras, como as registradas no Banco Master. O movimento faz parte de uma estratégia mais ampla de despolitização da estatal, que prioriza a governança técnica e a revisão de acordos firmados com concessionárias privadas de saneamento para garantir a sustentabilidade da operação a longo prazo.
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