O Senado Federal rejeitou a proposta que visava classificar facções criminosas, como o PCC e o CV, como organizações terroristas. A iniciativa ganhou contornos internacionais após o senador Flávio Bolsonaro se reunir com o presidente Donald Trump no Salão Oval, onde apresentou dados sugerindo que parte do território brasileiro estaria sob influência dessas organizações. O governo americano, influenciado por aliados do bolsonarismo, chegou a classificar os grupos como terroristas, citando preocupações com a soberania territorial. No entanto, a medida não obteve o apoio necessário no Congresso brasileiro. O senador Flávio Bolsonaro, que liderou a articulação externa, não ofereceu resistência ativa ao arquivamento da proposta internamente. O episódio evidencia o descompasso entre a pressão política exercida pelo governo Trump e a realidade legislativa brasileira, mantendo o status quo da legislação atual sobre o crime organizado.
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