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Aneel mantém bandeira tarifária amarela em junho devido à seca

Consumidores pagarão taxa extra de R$ 1,88 a cada 100kWh em junho devido ao acionamento de usinas termelétricas diante do período seco.

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Foto: G1 - Economia
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29/05 às 18:32 · atualizado há 1m

Pontos principais

  • A Aneel manteve a bandeira amarela para junho de 2026, segundo mês consecutivo de cobrança extra.
  • O custo adicional é de R$ 1,885 a cada 100kWh consumidos no Sistema Interligado Nacional.
  • A decisão reflete a redução das chuvas e a necessidade de acionar usinas termelétricas.
  • O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) projeta chuvas abaixo da média histórica para o mês.
  • O país operou sob bandeira verde entre janeiro e abril de 2026 devido às condições favoráveis.
  • O sistema de bandeiras tarifárias reflete mensalmente os custos variáveis de geração de energia no Brasil.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou a manutenção da bandeira tarifária amarela para o mês de junho de 2026. Esta é a segunda vez consecutiva que a medida é aplicada para os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional, sinalizando um aumento nos custos de geração de energia no país. A decisão foi motivada pela redução do volume de chuvas, que impacta diretamente o nível dos reservatórios das hidrelétricas e exige o acionamento de usinas termelétricas, que possuem custos operacionais mais elevados. Com a manutenção da bandeira, os consumidores terão um acréscimo de R$ 1,885 na conta de luz a cada 100kWh consumidos.

O cenário é corroborado por projeções do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que indica chuvas abaixo da média histórica para junho em todos os subsistemas brasileiros. O sistema de bandeiras tarifárias é reavaliado mensalmente para refletir os custos reais da geração, garantindo transparência após o período de bandeira verde registrado no primeiro quadrimestre do ano, quando as condições hidrológicas permitiram a ausência de cobranças adicionais. A continuidade da medida reforça a necessidade de cautela no consumo diante da atual conjuntura climática que pressiona o setor elétrico nacional.

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