A incidência de impostos e o aumento da demanda interna por refino reduziram drasticamente o volume de petróleo enviado ao exterior em maio.
A exportação de petróleo do Brasil sofreu uma redução expressiva em maio, com volumes que podem ter caído até 50% em relação ao mês anterior. O recuo é reflexo direto de uma combinação entre a política tributária vigente, que encarece as vendas externas, e a necessidade crescente do mercado doméstico. Com o aumento da demanda interna para o refino de combustíveis, parte da produção que anteriormente seria destinada ao mercado internacional foi redirecionada para atender às refinarias locais. Essa mudança no fluxo de escoamento da commodity destaca a priorização do abastecimento interno em um cenário de custos tributários elevados. Especialistas do setor indicam que a tendência reflete um ajuste estrutural na logística de exportação brasileira, impactando diretamente a balança comercial de energia do país no período.
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