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Ex-presidente do conselho da BP contesta demissão repentina

Albert Manifold desafia alegações de falhas de governança da BP após ser desligado do cargo de chairman após oito meses de gestão sem aviso prévio.

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Foto: Bloomberg - Markets
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27/05 às 05:02 · atualizado há 1m

Pontos principais

  • Albert Manifold foi removido do cargo de chairman da BP após oito meses de gestão.
  • O conselho da BP alegou preocupações com governança e conduta inaceitável, citando relatos de comportamento agressivo.
  • Manifold contesta as acusações, classificando-as como uma narrativa falsa e afirma não ter recebido explicação detalhada.
  • O ex-executivo alega que foi destituído sem qualquer aviso prévio por parte da companhia.
  • As ações da BP registraram queda de 1,7% na Bolsa de Londres após o anúncio da saída.
  • A diretora independente sênior, Amanda Blanc, confirmou a decepção do conselho com a postura de Manifold.
  • O caso levanta questionamentos sobre a estabilidade da liderança e os processos de governança interna na gigante do setor de energia.

A BP enfrenta um impasse em sua governança após a demissão repentina de Albert Manifold, que ocupou a presidência do conselho por apenas oito meses. A gigante petrolífera britânica justificou o desligamento citando preocupações sérias com a supervisão e a conduta do executivo, com relatos da imprensa indicando que ele teria agido de forma agressiva com colegas de trabalho. A diretora independente sênior, Amanda Blanc, corroborou a insatisfação do conselho, reforçando que a decisão foi motivada por uma postura considerada inaceitável pela companhia.

Manifold contesta publicamente a versão da empresa, classificando as alegações como uma narrativa falsa e afirmando ter sido destituído sem aviso prévio ou explicações detalhadas. O executivo indicou que pretende desafiar a versão oficial apresentada pela organização. O conflito gerou reflexos imediatos no mercado, com as ações da BP registrando uma queda de 1,7% na Bolsa de Londres. Este episódio intensifica a instabilidade na liderança da organização, que já atravessa um período de escrutínio sobre suas práticas internas, colocando em xeque a transparência dos processos de governança da companhia listada no FTSE 100.

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