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Chefe do PCC é expulso da Bolívia e transferido para o Brasil

O megatraficante Gerson Palermo foi entregue à Polícia Federal após ser preso na Bolívia, onde cumpria pena de quase 126 anos.

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27/05 às 15:32 · atualizado há 1m

Pontos principais

  • Gerson Palermo, foragido há seis anos, foi capturado em Cotoca, na Bolívia, em operação de cooperação internacional.
  • O criminoso acumula condenações que somam 126 anos por tráfico internacional, roubos a bancos e sequestro de aeronave.
  • A transferência foi realizada por via aérea pela Polícia Federal para contornar bloqueios em estradas bolivianas.
  • Palermo será mantido em uma unidade do sistema penitenciário federal de segurança máxima.
  • O histórico do traficante inclui uma polêmica concessão de prisão domiciliar em 2020, revogada posteriormente.

O megatraficante Gerson Palermo, apontado como uma das lideranças do PCC, foi expulso da Bolívia e entregue às autoridades brasileiras nesta semana. A operação de transferência, coordenada pela Polícia Federal, utilizou uma aeronave para contornar protestos e bloqueios de estradas no território boliviano, garantindo a segurança do transporte. A captura foi resultado de uma cooperação contínua entre as forças de segurança dos dois países. Palermo estava foragido desde 2020, quando teve uma prisão domiciliar concedida pelo então desembargador Divoncir Maran, decisão que gerou controvérsia no Judiciário.

O criminoso possui um histórico judicial extenso, com penas que totalizam quase 126 anos de prisão por crimes graves, incluindo tráfico internacional de drogas, roubos a instituições financeiras e o sequestro de uma aeronave. Após o desembarque no Brasil, ele foi encaminhado ao sistema penitenciário federal, onde deverá cumprir o restante de sua sentença em regime de segurança máxima, visando isolar sua influência dentro da facção criminosa.

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