Sindicatos e grupos de defesa dos direitos sociais no Reino Unido intensificaram a pressão sobre o governo para que mantenha o compromisso de proibir os contratos de trabalho conhecidos como zero-hora. Em uma carta conjunta enviada ao Departamento de Negócios e Comércio, organizações como o TUC e o Child Poverty Action Group argumentam que a medida é essencial para garantir segurança financeira aos trabalhadores. Por outro lado, representantes do setor empresarial alertam que a proibição pode gerar efeitos colaterais negativos, como a redução no volume de novas contratações e prejuízos específicos para a inserção de jovens no mercado. O impasse reflete a tensão política entre a busca por maior estabilidade nas relações laborais e a manutenção da flexibilidade econômica defendida por empregadores, tornando-se um ponto central na agenda de reformas trabalhistas do país.
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