O chanceler do Panamá utilizou seu espaço no Conselho de Segurança da ONU para defender a diplomacia e a construção de pontes globais, em um esforço para distensionar as relações com a China. O país asiático, que ocupa a presidência rotativa do conselho, tem visto sua influência sobre a gestão do Canal do Panamá tornar-se um ponto central de atrito diplomático. Este é o momento mais delicado entre as duas nações desde o início das relações formais em 2017. A postura panamenha na ONU reflete uma tentativa de preservar a soberania e a estabilidade operacional da via interoceânica, que é vital para o comércio global. O governo do Panamá busca evitar que as divergências atuais escalem para sanções ou impasses que possam comprometer a neutralidade e a eficiência logística do canal, mantendo o foco na cooperação internacional.
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