Mais de 574 mil brasileiros utilizaram a Plataforma Centralizada de Autoexclusão para restringir o acesso a sites de apostas autorizados no país. A medida reflete uma preocupação crescente com o impacto do jogo compulsivo, sendo que 41% dos usuários relataram perda de controle financeiro ou prejuízos à saúde mental. O sistema, lançado em dezembro de 2025, permite que o usuário escolha entre bloqueios por tempo indeterminado ou prazos específicos de um a 12 meses, oferecendo também suporte e autotestes. Em resposta ao cenário, o Ministério da Saúde anunciou um investimento de R$ 6 milhões em uma pesquisa nacional conduzida pela Unifesp. O projeto visa mapear os efeitos das apostas na saúde pública, enquanto a plataforma segue integrando mecanismos de proteção ao consumidor e orientações para o tratamento de dependência por meio do SUS.
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