Eli Lilly investe US$ 3,8 bilhões para retornar ao mercado de vacinas
A Eli Lilly comprou três empresas de biotecnologia por US$ 3,8 bilhões para expandir seu portfólio de vacinas contra doenças infecciosas e crônicas.
Pontos principais
- A Eli Lilly comprou a Curevo, a LimmaTech Biologics e a Vaccine Company em transações que somam US$ 3,8 bilhões.
- A aquisição da Curevo, focada em herpes-zóster, custou até US$ 1,5 bilhão.
- A compra da LimmaTech Biologics, voltada para infecções cirúrgicas, envolveu até US$ 780 milhões.
- A Vaccine Company foi adquirida por US$ 1,55 bilhão para utilizar tecnologias de nanopartículas contra o vírus Epstein-Barr.
- A estratégia visa prevenir doenças crônicas ligadas a infecções virais, como esclerose múltipla e câncer.
- O investimento é financiado pelo sucesso comercial dos medicamentos para obesidade da companhia.
- As ações da Eli Lilly registraram alta de 1,3% na Bolsa de Nova York após o anúncio da expansão.
A Eli Lilly & Co. oficializou seu retorno ao mercado de vacinas com a compra das empresas Curevo, LimmaTech Biologics e Vaccine Company, em uma transação que totaliza US$ 3,8 bilhões. O movimento estratégico visa diversificar o portfólio da companhia, que atualmente depende fortemente de seus medicamentos de alta performance para obesidade. Ao direcionar o capital gerado por esses produtos para o setor de doenças infecciosas, a farmacêutica busca mitigar riscos e estabelecer uma nova frente de crescimento a longo prazo, com foco na prevenção de patologias crônicas como esclerose múltipla e câncer, frequentemente associadas a infecções virais.
Os valores detalhados das transações revelam o peso de cada frente de pesquisa: a Curevo, focada em vacinas para herpes-zóster, custou até US$ 1,5 bilhão; a LimmaTech Biologics, especializada em soluções para infecções por S. aureus em centros cirúrgicos, envolveu até US$ 780 milhões; e a Vaccine Company foi adquirida por US$ 1,55 bilhão para o desenvolvimento de tecnologias de nanopartículas contra o vírus Epstein-Barr. O mercado reagiu positivamente ao anúncio, com as ações da farmacêutica registrando alta de 1,3% na Bolsa de Nova York, sinalizando confiança na nova estrutura operacional e no foco ampliado de pesquisa e desenvolvimento da empresa.
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