A farmacêutica utiliza US$ 7,3 bilhões em caixa para criar uma 'App Store' de biotecnologia impulsionada por chips Blackwell.
A Eli Lilly está redirecionando parte de sua reserva de caixa de US$ 7,3 bilhões, alimentada pelo sucesso comercial dos medicamentos Mounjaro e Zepbound, para fortalecer sua infraestrutura tecnológica. A farmacêutica inaugurou em 2025 um data center equipado com 1.016 chips Blackwell, que servirá de base para uma plataforma de aplicativos voltada a cientistas de biotecnologia. Essa 'App Store' científica visa integrar soluções de inteligência artificial desenvolvidas por startups ao pipeline de P&D da empresa. Ao combinar poder computacional de ponta com parcerias estratégicas, a companhia busca otimizar custos e acelerar a transição de novas moléculas da fase de pesquisa para a aplicação clínica, mantendo sua competitividade no mercado global de saúde.
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