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Eli Lilly investe lucros em IA para descoberta de fármacos

A farmacêutica utiliza US$ 7,3 bilhões em caixa para criar uma 'App Store' de biotecnologia impulsionada por chips Blackwell.

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23/06 às 01:33 · atualizado 02:01

Pontos principais

  • A Eli Lilly está criando um ecossistema de ferramentas científicas baseado em IA, comparado a uma 'App Store' para pesquisadores.
  • O projeto é sustentado por uma reserva de caixa de US$ 7,3 bilhões e lucros dos medicamentos Mounjaro e Zepbound.
  • A infraestrutura inclui um novo data center equipado com 1.016 chips Blackwell, inaugurado em 2025.
  • A estratégia visa integrar tecnologias de startups ao pipeline interno para acelerar o desenvolvimento de novos tratamentos.

A Eli Lilly está redirecionando parte de sua reserva de caixa de US$ 7,3 bilhões, alimentada pelo sucesso comercial dos medicamentos Mounjaro e Zepbound, para fortalecer sua infraestrutura tecnológica. A farmacêutica inaugurou em 2025 um data center equipado com 1.016 chips Blackwell, que servirá de base para uma plataforma de aplicativos voltada a cientistas de biotecnologia. Essa 'App Store' científica visa integrar soluções de inteligência artificial desenvolvidas por startups ao pipeline de P&D da empresa. Ao combinar poder computacional de ponta com parcerias estratégicas, a companhia busca otimizar custos e acelerar a transição de novas moléculas da fase de pesquisa para a aplicação clínica, mantendo sua competitividade no mercado global de saúde.

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