Três tendências convergem neste ciclo: ADCs como classe terapêutica quente (CrossBridge e Tubulis), doenças raras com preços premium (Soleno/Prader-Willi), e a grande farma usando caixa para repor pipeline frente a patentes expirando. O Q1 fechou em US$46,8 bi e a primeira semana de abril já emendou US$7,9 bi com Gilead-Tubulis e Neurocrine-Soleno.
A Eli Lilly paga por um ativo ainda pré-IND — CBB-120 da CrossBridge deve fazer pedido à FDA neste ano — e aposta em carga dupla (dois payloads em um anticorpo) para ampliar janela terapêutica e contornar resistência tumoral. A Gilead compra a Tubulis alemã por até US$5 bi para expandir o pipeline de oncologia, e a Neurocrine pega o Vykat da Soleno, aprovado para Prader-Willi (doença genética rara com mercado estreito mas pricing alto).
Reuters • 16 abr, 09:00
Biopharmadive • 16 abr, 09:00
Biomednexus • 16 abr, 09:00
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