Mohammad Marandi, acadêmico com vínculos estreitos à Guarda Revolucionária do Irã, classificou o Brasil como um país sem relevância diplomática suficiente para atuar na resolução do conflito iraniano. Em declarações recentes, o professor, que representa a ala linha-dura do governo de Teerã, afirmou que o Irã não deposita expectativas na mediação brasileira, descartando a influência do país no cenário geopolítico atual. A fala ressalta a percepção de setores conservadores iranianos sobre a projeção externa brasileira. A postura de Marandi contrasta com os esforços de Brasília em se posicionar como um mediador neutro em crises globais. O episódio evidencia as limitações enfrentadas pela diplomacia brasileira ao tentar exercer protagonismo em conflitos que envolvem potências regionais com agendas ideológicas rígidas e desconfiança em relação a atores externos que buscam o diálogo.
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