O presidente Donald Trump condicionou a viabilidade de um novo acordo com o Irã à expansão dos Acordos de Abraão e a termos que ele classifica como excelentes para os interesses norte-americanos. Em publicações recentes, o mandatário reforçou que não aceitará um pacto que não seja vantajoso, criticando duramente o acordo nuclear de 2015, o JCPOA, negociado por seu antecessor, Barack Obama. A proposta atual exige que nações como Arábia Saudita, Turquia, Catar, Paquistão, Egito e Jordânia integrem a normalização diplomática com Israel como parte de uma nova arquitetura de segurança regional. Paralelamente, o secretário de Estado, Marco Rubio, indicou que as tratativas envolvem a reabertura do Estreito de Ormuz em troca do desmantelamento do arsenal nuclear iraniano, visando encerrar o conflito iniciado em fevereiro que bloqueou rotas comerciais de petróleo. A estratégia de Trump mantém uma postura de 'tudo ou nada', oscilando entre o otimismo por um desfecho próximo e a ameaça de ações militares caso o Irã não ceda às exigências de encerrar seu programa nuclear. O cenário impõe um desafio complexo para a diplomacia, dado o histórico de tensões e as agendas divergentes dos países envolvidos na proposta de normalização com Israel.
SCMP - World • 25 mai, 13:44
Times Brasil • 25 mai, 10:41
G1 Mundo • 25 mai, 09:28
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