A secretária-geral da CGT, a maior central sindical da França, tornou-se alvo de uma segunda investigação formal por difamação em apenas seis meses. A dirigente, que tem liderado a oposição a diversas pautas governamentais, classificou os inquéritos como uma tentativa de intimidação. Segundo a cúpula do sindicato, a recorrência de processos judiciais contra seus líderes configura um risco direto à liberdade sindical e à capacidade de atuação das organizações trabalhistas no cenário democrático francês. A situação tem gerado preocupação entre defensores dos direitos civis, que observam um aumento na pressão jurídica sobre representantes sindicais. A CGT sustenta que tais medidas buscam silenciar vozes críticas e limitar o poder de mobilização da classe trabalhadora, prometendo manter suas atividades apesar do cerco judicial crescente.
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