Onze pessoas, incluindo assessores de um parlamentar de esquerda radical, foram presas na França sob suspeita de envolvimento na morte de um ativista de extrema direita em Lyon, intensificando a polarização política.
A polícia francesa prendeu onze pessoas, incluindo assessores de um parlamentar do partido de esquerda radical França Insubmissa (LFI), sob suspeita de envolvimento na morte de Quentin Deranque, um ativista de extrema direita de 23 anos. Deranque faleceu após ser espancado por ativistas de extrema esquerda em Lyon, durante um protesto convocado pela direita contra a presença da eurodeputada Rima Hassan. O caso gerou um inquérito por homicídio e levou a uma ameaça de bomba na sede da LFI em Paris, evidenciando a escalada das tensões.
Este incidente sublinha a crescente polarização política na França, às vésperas de importantes eleições locais e presidenciais. Líderes de ambos os espectros políticos, como Jordan Bardella, que chegou a pedir a renúncia de Raphael Arnault, condenaram veementemente a violência. A situação destaca a fragilidade do cenário político francês e a urgência de desescalar os conflitos ideológicos.