O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), apresentou uma leve desaceleração na terceira quadrissemana de maio de 2026, situando-se em 0,65%. Com este resultado, o indicador acumula uma alta de 4,16% nos últimos doze meses. O comportamento dos preços foi heterogêneo entre os oito grupos pesquisados, com destaque para a queda nos custos de Transportes e Saúde, que atuaram como freios para a inflação do período. A redução nos preços da gasolina e do etanol foi determinante para conter uma alta mais expressiva. Em contrapartida, itens como a batata-inglesa e a tarifa de energia elétrica residencial exerceram pressão altista, acompanhados pela aceleração observada nos grupos de Habitação e Alimentação. O monitoramento do IPC-S é relevante por oferecer uma leitura tempestiva das variações de custo de vida para o consumidor brasileiro.
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