Gallo encomenda estudo à Unicamp sobre aquecimento do azeite
A Casa Gallo busca comprovar cientificamente que o azeite de oliva mantém suas propriedades nutricionais ao ser submetido a altas temperaturas.
Pontos principais
- A Casa Gallo contratou a Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp para realizar a pesquisa.
- O estudo visa analisar o comportamento químico do azeite quando exposto ao calor durante o preparo de alimentos.
- A iniciativa busca combater a crença popular de que o aquecimento torna o produto prejudicial à saúde.
- O objetivo final é fornecer dados técnicos para esclarecer dúvidas dos consumidores sobre o uso do azeite na culinária quente.
A Casa Gallo anunciou a contratação de um estudo científico junto à Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp com o objetivo de desmistificar a percepção de que o azeite de oliva perde suas qualidades ou se torna nocivo ao ser aquecido. A pesquisa focará na análise do comportamento do produto sob altas temperaturas, buscando evidências técnicas que sustentem a segurança e a integridade nutricional do óleo em preparações culinárias quentes. A iniciativa da empresa responde a uma dúvida recorrente entre consumidores, que frequentemente evitam o uso do azeite em refogados ou frituras por receio de alterações negativas em sua composição. Com os resultados, a Gallo pretende utilizar dados científicos para orientar o público e promover o uso versátil do azeite na gastronomia cotidiana, combatendo mitos sobre a estabilidade térmica do produto.
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