Governo proíbe venda de azeite Afonso por origem desconhecida e falha em teste
O governo federal proibiu a venda do azeite da marca Afonso devido à origem desconhecida do produto, irregularidades no CNPJ da importadora e reprovação em teste de qualidade.
Pontos principais
- A proibição foi determinada pela Anvisa e publicada no Diário Oficial da União.
- A medida abrange a comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso do azeite.
- A empresa importadora, Comercio de Generos Alimenticios Cotinga Ltda., está com o CNPJ irregular desde agosto de 2024.
- Uma inspeção da Vigilância Sanitária de Curitiba constatou que a empresa não funciona no endereço indicado.
- O produto foi reprovado em teste de qualidade, apresentando resultado insatisfatório no índice de refração.
O governo federal, por meio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), proibiu a venda, distribuição e fabricação do azeite da marca Afonso em todo o território nacional. A decisão, publicada no Diário Oficial da União, foi motivada por diversas irregularidades, incluindo a origem desconhecida do produto e a situação cadastral da empresa importadora, Comercio de Generos Alimenticios Cotinga Ltda., cujo CNPJ está irregular desde agosto de 2024.
Além das questões administrativas, o azeite Afonso foi reprovado em um teste de qualidade, apresentando um índice de refração insatisfatório. Uma inspeção da Vigilância Sanitária de Curitiba também revelou que a empresa importadora não opera mais no endereço registrado. As autoridades determinaram a apreensão imediata do produto e sua retirada do mercado para garantir a segurança dos consumidores.
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