O pré-candidato à presidência Ronaldo Caiado defendeu a classificação de facções criminosas, como o PCC e o Comando Vermelho, como grupos terroristas logo no início de um eventual mandato. A proposta visa contornar limitações legais para permitir uma atuação mais incisiva das Forças Armadas e aumentar a cooperação internacional no combate ao crime organizado na região amazônica. Segundo Caiado, o avanço dessas organizações coloca em risco a imagem do Brasil e a viabilidade das exportações brasileiras diante de possíveis sanções de parceiros comerciais.
O tema gera divergências no cenário político. Enquanto o chanceler Mauro Vieira, representando o governo, argumenta que facções criminosas possuem motivações financeiras e não políticas, os Estados Unidos sinalizaram que podem adotar a classificação de forma independente. A medida americana seria motivada por preocupações com a segurança interna, independentemente da posição oficial adotada pelo Brasil.
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