Aumento do emprego pode reduzir gastos com bem-estar em 10 bi de libras
Relatório da Joseph Rowntree Foundation sugere que elevar a taxa de ocupação para 80% é mais eficaz do que cortar benefícios sociais no Reino Unido.
Pontos principais
- Atingir a meta de 80% de ocupação da força de trabalho geraria uma economia anual de 10 bilhões de libras.
- O montante equivale a cerca de um oitavo do custo total do sistema de crédito universal britânico.
- A fundação defende que o governo foque em atacar as causas estruturais do desemprego em vez de reduzir auxílios.
- Pesquisas de opinião indicam que o eleitorado prefere estratégias de geração de emprego a cortes diretos em benefícios.
Um novo relatório da Joseph Rowntree Foundation propõe uma mudança estratégica na gestão fiscal do sistema de bem-estar social britânico. Em vez de focar na redução direta de benefícios, a entidade defende que o governo priorize políticas voltadas para a elevação da taxa de emprego para 80% da população em idade ativa. Segundo o estudo, essa abordagem estrutural permitiria uma economia anual de 10 bilhões de libras, valor que representa aproximadamente um oitavo da conta total do crédito universal. A proposta ganha relevância ao alinhar a sustentabilidade fiscal com as preferências do eleitorado, que demonstra maior apoio a medidas de incentivo ao trabalho do que a cortes em auxílios. A estratégia busca atacar as causas fundamentais do desemprego, promovendo uma solução de longo prazo para a eficiência dos gastos públicos no Reino Unido.
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