O presidente Donald Trump estabeleceu o próximo domingo como prazo final para definir a estratégia dos Estados Unidos em relação ao Irã. Enquanto o Paquistão atua como mediador, buscando estabilizar o Estreito de Ormuz e aliviar sanções econômicas, o governo americano mantém uma postura de pressão, tendo rejeitado propostas anteriores consideradas insuficientes. O marechal paquistanês Syed Asim Munir indicou progressos nas tratativas, e o Irã sinalizou uma redução nas divergências, mas o impasse sobre o programa nuclear iraniano persiste como o maior obstáculo para um consenso definitivo. Paralelamente, o governo de Israel intensificou o lobby em Washington, alertando contra possíveis concessões que, segundo o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, poderiam ameaçar a estabilidade regional. Trump, por sua vez, reforçou a ambiguidade de sua posição, oscilando entre a diplomacia e a ameaça de uma escalada militar caso as exigências americanas não sejam plenamente atendidas. A situação permanece tensa enquanto ambos os lados equilibram os sinais de progresso diplomático com a constante ameaça de novos ataques.
Global News CA World • 23 mai, 13:01
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