O Ministério das Relações Exteriores oficializou a exoneração da oficial de chancelaria Flávia Medeiros, apenas dois meses após sua posse no cargo. O desligamento ocorreu em decorrência de uma decisão de uma comissão de heteroidentificação, que não validou a autodeclaração racial apresentada pela servidora, que se identificava como parda. A profissional, que havia ingressado na carreira diplomática por meio de concurso público, manifestou preocupação com os impactos do episódio em sua trajetória profissional. O caso ilustra a complexidade dos procedimentos de verificação racial adotados em processos seletivos federais, que visam garantir a integridade das políticas de cotas, mas que frequentemente geram contestações judiciais e administrativas sobre os critérios subjetivos utilizados pelas bancas avaliadoras.
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