O empresário Flávio Rocha, controlador da Riachuelo, manifestou forte oposição à proposta de emenda à Constituição (PEC) que visa encerrar a escala de trabalho 6x1. Segundo o executivo, a mudança na jornada elevaria os custos operacionais do setor varejista entre 18% e 20%, pressionando as margens de lucro e a sustentabilidade das operações. Rocha argumenta que as empresas seriam forçadas a repassar esse custo aos preços finais dos produtos ou, alternativamente, realizar cortes no quadro de funcionários para compensar o impacto financeiro. O debate ganha tração no Congresso Nacional, com o deputado Léo Prates previsto para apresentar seu relatório sobre o tema na próxima segunda-feira. A expectativa é que a matéria siga para votação em plenário no dia 27 de maio, em um cenário onde o empresariado teme os efeitos econômicos de uma alteração abrupta nas relações trabalhistas.
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