Servidores da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) formalizaram um pedido para que a última vaga disponível no colegiado da autarquia seja preenchida por um funcionário de carreira. A iniciativa, assinada por 27 servidores, surge na sequência das recentes aprovações pelo Senado de Otto Lobo para a presidência e Igor Muniz para a diretoria da entidade. Os signatários argumentam que a nomeação de um quadro técnico é fundamental para garantir a continuidade institucional, a preservação da memória regulatória e a eficiência na fiscalização do mercado de capitais. O pleito reforça uma recomendação anterior do Tribunal de Contas da União, que enfatiza a relevância de profissionais efetivos em posições estratégicas. Além da questão administrativa, os servidores ressaltam que o fortalecimento da CVM deve passar pela modernização tecnológica, utilizando a recente recomposição orçamentária para aprimorar a infraestrutura e a capacidade de supervisão da autarquia.
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