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Servidores da CVM pedem diretor de carreira para vaga no colegiado

Funcionários da autarquia defendem a nomeação de um quadro técnico para a última vaga de diretor, visando a continuidade institucional.

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Foto: Times Brasil
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22/05 às 17:05

Pontos principais

  • Vinte e sete servidores assinaram uma carta solicitando que a vaga remanescente no colegiado seja ocupada por um funcionário de carreira.
  • O movimento ocorre logo após o Senado confirmar Otto Lobo como presidente e Igor Muniz como diretor da instituição.
  • A solicitação baseia-se em uma recomendação do Tribunal de Contas da União sobre a importância de quadros efetivos em cargos de direção.
  • Os signatários defendem que a medida é essencial para preservar a memória regulatória e aumentar a eficiência da supervisão do mercado.
  • O grupo também destacou a necessidade de converter a recomposição orçamentária da CVM em modernização tecnológica.

Servidores da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) formalizaram um pedido para que a última vaga disponível no colegiado da autarquia seja preenchida por um funcionário de carreira. A iniciativa, assinada por 27 servidores, surge na sequência das recentes aprovações pelo Senado de Otto Lobo para a presidência e Igor Muniz para a diretoria da entidade. Os signatários argumentam que a nomeação de um quadro técnico é fundamental para garantir a continuidade institucional, a preservação da memória regulatória e a eficiência na fiscalização do mercado de capitais. O pleito reforça uma recomendação anterior do Tribunal de Contas da União, que enfatiza a relevância de profissionais efetivos em posições estratégicas. Além da questão administrativa, os servidores ressaltam que o fortalecimento da CVM deve passar pela modernização tecnológica, utilizando a recente recomposição orçamentária para aprimorar a infraestrutura e a capacidade de supervisão da autarquia.

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