A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) retomou suas atividades de julgamento após cinco meses de paralisia causada pela falta de quórum no colegiado. A nomeação de dois novos diretores permite que a autarquia volte a analisar processos sancionadores, restabelecendo sua função punitiva e regulatória essencial para o funcionamento do mercado de capitais. A ausência de quórum havia gerado um represamento de casos, impactando a segurança jurídica e a fiscalização de agentes do mercado.
Apesar da normalização, o órgão ainda opera com uma estrutura incompleta, aguardando a nomeação de um quinto diretor. Além da recomposição do quadro, a CVM segue lidando com dificuldades estruturais, como limitações orçamentárias e a necessidade de reforço na equipe técnica. A retomada das sessões é vista como um passo fundamental para destravar a pauta administrativa e garantir a continuidade da supervisão financeira no país.
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