Preocupação com riscos de IA atinge 54% e iguala cibersegurança
A inteligência artificial tornou-se uma preocupação central para empresas, exigindo novas estratégias de auditoria e proteção de dados.
Pontos principais
- O nível de preocupação corporativa com a IA alcançou 54%, equiparando-se aos riscos de cibersegurança.
- Especialistas apontam que a IA é utilizada tanto para inovação quanto para ataques cibernéticos e sequestro de dados.
- O Instituto dos Auditores Internos do Brasil recomenda a realização de testes de invasão e a contratação de especialistas.
- A tecnologia de IA pode ser aplicada por auditores para simular cenários de risco e antecipar ameaças.
- Há um apelo urgente para que gestores e legisladores acelerem a criação de marcos regulatórios para o uso da tecnologia.
A inteligência artificial consolidou-se como uma das principais preocupações estratégicas para o setor corporativo, atingindo um patamar de alerta de 54% que rivaliza diretamente com os riscos de cibersegurança. O cenário reflete a dualidade da tecnologia, que serve tanto como motor de inovação quanto como ferramenta para agentes mal-intencionados em ataques digitais e sequestro de dados. Diante desse panorama, o Instituto dos Auditores Internos do Brasil reforça a necessidade de medidas preventivas, como a execução de testes de invasão e a contratação de consultorias especializadas em segurança. Além da defesa, a IA também é vista como um recurso estratégico para auditores, permitindo a simulação de cenários de risco. Especialistas e entidades do setor defendem que a alta gestão e os legisladores priorizem a criação de marcos regulatórios robustos para garantir a proteção de dados e o uso ético da inteligência artificial.
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