Um estudo recente do Itaú alerta que o aumento de 10% no preço do petróleo pode elevar a inflação brasileira entre 0,5 e 0,7 ponto percentual. O impacto não se limita apenas aos combustíveis, mas se espalha por diversos setores da economia através de custos de produção e fretes, com uma transmissão de preços cada vez mais veloz para os bens de consumo final. As estimativas sugerem que a inflação de 2026 pode chegar a 5,2% sob essa pressão.
Esse cenário de inflação persistente impõe um desafio direto à condução da política monetária pelo Banco Central. Com a commodity pressionando o IPCA, a autoridade monetária enfrenta dificuldades para manter o ciclo de cortes na taxa básica de juros, uma vez que o choque de preços exige cautela redobrada para evitar a desancoragem das expectativas inflacionárias no médio prazo.
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