A implementação do mercado regulado de carbono no Brasil marca uma mudança estrutural na forma como grandes indústrias planejam seus investimentos. Com o objetivo de alcançar a neutralidade climática até 2050, o sistema criará sinais econômicos claros que forçarão setores intensivos em emissões, como o de aço, cimento e petróleo, a internalizar o custo do carbono em suas estratégias financeiras. A medida visa não apenas a redução de poluentes, mas também o aumento da competitividade global do país, aproveitando a vantagem comparativa de sua matriz energética limpa. Para mitigar os impactos operacionais, o governo destinará 75% dos recursos arrecadados em leilões de permissões de emissão para financiar a transição tecnológica das companhias, incentivando a adoção de práticas mais sustentáveis e eficientes ao longo da próxima década.
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