O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) tinha conhecimento prévio de que o Brasil não atendia às exigências sanitárias da União Europeia para a exportação de carnes. Documentos indicam que o governo foi alertado sobre a falta de estrutura e o descumprimento das normas relativas ao uso de antibióticos em produtos de origem animal cerca de 40 dias antes da imposição do bloqueio comercial pelo bloco europeu. A falha na adequação às novas diretrizes sanitárias resultou em restrições imediatas, gerando prejuízos expressivos para o setor exportador nacional. A situação evidencia uma vulnerabilidade no monitoramento sanitário brasileiro, que não conseguiu alinhar seus processos aos padrões exigidos pela União Europeia a tempo de evitar a sanção, impactando a balança comercial e a credibilidade dos produtos brasileiros no mercado internacional.
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