O eleitorado brasileiro residente no exterior registrou um crescimento expressivo de 308% desde 2010, consolidando a marca de 1 milhão de registros. Esse contingente, que agora supera o número de votantes de estados como Acre, Amapá e Roraima, reflete a crescente migração de brasileiros e a busca pela regularização documental. Atualmente, 879 mil eleitores estão aptos a participar das eleições de outubro de 2026. Para acomodar essa demanda, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) investiu R$ 13,2 milhões na locação de imóveis em países com maior concentração de brasileiros, como Estados Unidos e Portugal. Apesar do aumento nos registros, especialistas apontam que a participação efetiva nas urnas ainda enfrenta desafios logísticos, como a grande distância física entre os locais de votação e as residências dos eleitores em diversos países.
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