O Brasil tem mais de 13 mil eleitores aptos a votar em zonas de conflito ativo no exterior para as eleições de 2026, com o Itamaraty monitorando a situação para garantir a segurança e a viabilidade do pleito.
Mais de 13 mil eleitores brasileiros estão aptos a votar nas eleições de 2026 em zonas de conflito ativo no exterior. O levantamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) considera regiões como Irã, Líbano (devido ao conflito entre Israel e Hezbollah), a guerra entre Rússia e Ucrânia, e conflitos civis em países africanos e na Síria. O Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) é o responsável por monitorar a situação e informar a Justiça Eleitoral sobre as condições de segurança e logística para a realização do pleito.
A viabilidade da votação no exterior depende de fatores como a existência de no mínimo 30 eleitores aptos, pessoal suficiente para a operação e condições mínimas de segurança. Em 2022, as eleições foram canceladas em Kiev (Ucrânia) e Damasco (Síria) por conta de circunstâncias geopolíticas. O Oriente Médio concentra a maior parte desses eleitores, com as cidades de Beirute, Tel Aviv e Teerã somando 91,6% do total, o que representa um desafio logístico para o transporte seguro de urnas eletrônicas e lonas.
3 abr, 09:01
27 mar, 05:01
25 fev, 03:00
19 fev, 02:01
6 fev, 08:01