O programa nuclear iraniano atingiu um estágio crítico de desenvolvimento, consolidando-se no limiar de uma capacidade atômica militar. A trajetória de expansão de Teerã foi marcada por uma sucessão de mudanças na política externa dos Estados Unidos, que geraram inconsistências na estratégia de contenção. O ponto de inflexão ocorreu em 2018, quando a administração de Donald Trump retirou os EUA do acordo nuclear, levando o Irã a abandonar restrições anteriores. Posteriormente, o ritmo de enriquecimento de urânio acelerou de forma expressiva durante o governo de Joe Biden, evidenciando as dificuldades de Washington em conter as ambições nucleares do país através da diplomacia. Atualmente, sob a presidência de Donald Trump, o cenário permanece complexo, com o Irã utilizando as oscilações de postura em Washington para consolidar avanços técnicos que desafiam a estabilidade regional e os esforços internacionais de não proliferação.
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