O senador Flávio Bolsonaro realizou uma mudança estratégica em sua equipe de pré-campanha ao substituir o marqueteiro Marcello Lopes pelo publicitário Eduardo Fischer. A decisão foi motivada pela repercussão negativa do chamado caso Dark Horse, que trouxe à tona questionamentos sobre a relação do parlamentar com o empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. O cenário de crise foi agravado por uma reportagem do Intercept Brasil, que revelou negociações financeiras na ordem de R$ 134 milhões, valor que agora é objeto de investigação pela Polícia Federal para verificar se houve uso indevido para custear despesas de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. A pressão sobre a equipe aumentou após pesquisas indicarem uma queda na popularidade do senador.
A saída de Lopes, que era amigo pessoal do senador, marca uma tentativa de isolar a imagem de Flávio Bolsonaro das polêmicas envolvendo o Banco Master. Enquanto aliados apontam que o episódio com Vorcaro gerou um desgaste político significativo, o ex-coordenador afirmou que sua saída foi uma decisão pessoal para focar em seus negócios na agência Cálix Propaganda. Paralelamente, Fabio Wajngarten classificou o desligamento como uma sabotagem política e atua nos bastidores para tentar reverter a decisão, em meio a um ambiente de instabilidade na estrutura da pré-campanha.
InfoMoney • 20 mai, 23:05
G1 Política • 20 mai, 20:18
Folha de São Paulo - Política • 20 mai, 19:53
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