Equipe de Keir Starmer foi informada sobre monitoramento de jornalistas
Assessores de Starmer tinham conhecimento de uma investigação contra jornalistas críticos ao thinktank Labour Together antes das eleições de 2024.
Pontos principais
- Assessores seniores de Keir Starmer foram notificados sobre uma investigação sigilosa contra jornalistas.
- O monitoramento visava profissionais da mídia que publicavam críticas ao thinktank Labour Together.
- Morgan McSweeney, ex-chefe de gabinete do primeiro-ministro, estava entre os informados sobre o caso.
- A operação foi encomendada pelo diretor do thinktank, Josh Simons, e descrita internamente como 'indefensável'.
- Documentos recém-divulgados confirmam a extensão do monitoramento durante o período pré-eleitoral.
Documentos revelam que assessores seniores de Keir Starmer, incluindo seu ex-chefe de gabinete Morgan McSweeney, foram informados sobre uma investigação sigilosa contra jornalistas antes das eleições gerais britânicas de 2024. A operação, encomendada pelo diretor do thinktank Labour Together, Josh Simons, visava profissionais da mídia que publicavam críticas à organização. Internamente, o processo de monitoramento foi classificado como 'indefensável', levantando questionamentos sobre a ética e a transparência na relação entre o governo e o controle de informações. A revelação de que figuras de alto escalão do atual governo tinham conhecimento prévio sobre o monitoramento de jornalistas coloca em xeque a postura da gestão de Starmer em relação à liberdade de imprensa, sugerindo uma vigilância estratégica durante o período eleitoral que agora exige esclarecimentos formais sobre a extensão do envolvimento da equipe.
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