Defensores pedem nova investigação sobre morte após doação de plasma
Grupos de defesa questionam protocolos de segurança em centros de plasma após o falecimento de uma estudante universitária no Canadá.
Pontos principais
- Rodiyat Alabede, estudante da University of Winnipeg, morreu após parada cardíaca em centro de coleta.
- O incidente ocorreu em outubro de 2025 em unidade operada pela empresa espanhola Grifols.
- Investigação inicial da Health Canada não estabeleceu nexo causal entre a doação e o óbito.
- Defensores alegam falhas sistêmicas, negligência e treinamento inadequado de pessoal.
Defensores de pacientes no Canadá estão pressionando por uma nova investigação sobre a morte de Rodiyat Alabede, estudante da University of Winnipeg, que faleceu após sofrer uma parada cardíaca durante uma doação de plasma em outubro de 2025. O caso ocorreu em uma unidade operada pela multinacional espanhola Grifols, levantando preocupações sobre a segurança operacional desses centros. Embora uma análise preliminar da Health Canada não tenha encontrado uma relação direta entre o procedimento de coleta e o óbito, grupos de defesa argumentam que existem falhas sistêmicas nos protocolos de segurança e na capacitação das equipes locais. A demanda por uma revisão aprofundada reflete um alerta mais amplo sobre a supervisão regulatória de centros de coleta de plasma em todo o país, colocando em xeque as práticas atuais de atendimento ao doador.
Comentários
Carregando comentários...
