A Taesa consolidou-se como a principal candidata para comprar um pacote de linhas de transmissão colocado à venda pela Energisa. O processo de desinvestimento, que conta com a assessoria financeira do BTG Pactual, passou por ajustes recentes, resultando em um escopo menor do que o planejado originalmente pela companhia. A movimentação no setor ganha tração após a desistência da gestora de private equity Actis, que optou por não seguir na disputa pelos ativos. Para que a transação seja finalizada, a Taesa depende agora exclusivamente do aval da Cemig, sua co-controladora, que deve analisar os termos do negócio. A operação é estratégica para o setor elétrico brasileiro, refletindo o movimento de consolidação e reestruturação de portfólios entre as grandes operadoras de transmissão de energia no país.
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