Durante uma audiência perante um subcomitê de apropriações do Senado, o procurador-geral interino dos Estados Unidos, Todd Blanche, posicionou-se contra a concessão de um perdão presidencial para Ghislaine Maxwell. A manifestação ocorreu em meio a questionamentos sobre a possibilidade de clemência para a associada de Jeffrey Epstein, que atualmente cumpre uma sentença de 20 anos de prisão por seu envolvimento em crimes de tráfico sexual. Ao descartar a recomendação de qualquer medida favorável, Blanche reafirmou a postura do Departamento de Justiça em relação ao caso. A declaração ganha relevância no cenário político atual, dado o escrutínio público sobre o uso do poder de perdão presidencial e a gravidade dos crimes pelos quais Maxwell foi condenada, mantendo o foco da administração na manutenção das sentenças judiciais estabelecidas.
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