O JPMorgan adotou uma postura mais cautelosa em relação aos títulos de dívida do Banco do Brasil, citando a deterioração na qualidade dos ativos e a necessidade de maiores provisões para cobrir possíveis calotes. A mudança na recomendação do título BANBRA 6,25% 2030 reflete a pressão sobre a rentabilidade da instituição, que recentemente revisou para cima seu guidance de despesas com provisões para 2026, atingindo a marca de até R$ 70 bilhões. Além dos desafios operacionais, o relatório destaca a dependência de ajustes regulatórios para a manutenção dos índices de Basileia e o risco de volatilidade política, que, segundo o banco, ainda não está totalmente refletido nos spreads de crédito atuais. Apesar do rebaixamento, o título BANBRA 5,625% 2031 permanece com recomendação 'overweight', indicando uma visão seletiva do JPMorgan sobre os papéis da instituição.
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