Flávio Bolsonaro defende endurecimento contra facções em evento da CNM
O senador Flávio Bolsonaro apresentou propostas de segurança na Marcha a Brasília, enfrentando tanto apoio de aliados quanto protestos de críticos.
Pontos principais
- Flávio Bolsonaro prometeu neutralizar facções criminosas e defendeu maior autonomia e acesso a armas para guardas municipais.
- O senador foi recebido com aplausos por apoiadores, mas também ouviu gritos de protesto sobre o caso das 'rachadinhas' e o Banco Master.
- O evento da CNM reuniu diversos pré-candidatos ao Planalto, incluindo Ronaldo Caiado e Romeu Zema, em um clima de tensão política.
- O vice-presidente Geraldo Alckmin representou o governo federal e foi vaiado, enquanto o presidente Lula cancelou sua participação.
Durante a 27ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, o senador Flávio Bolsonaro utilizou o espaço para apresentar propostas de segurança pública, prometendo neutralizar facções criminosas como o Comando Vermelho e o PCC em uma eventual gestão presidencial. O parlamentar defendeu a ampliação do acesso a armas de fogo para guardas civis municipais, buscando fortalecer a atuação das forças locais. A participação do senador foi marcada por reações mistas: enquanto foi ovacionado por apoiadores, enfrentou protestos com gritos de 'rachadinha' e 'Vorcaro', em referência a investigações passadas e supostas ligações com o dono do Banco Master. O evento serviu como vitrine para pré-candidatos ao Planalto, como Ronaldo Caiado e Romeu Zema. O governo federal foi representado pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, que foi vaiado, enquanto a ausência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçou o clima de polarização no encontro.
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