O endividamento das famílias brasileiras atingiu 50% da renda disponível em 2026, consolidando um cenário de pressão financeira para os consumidores. O dado mais preocupante é o comprometimento da renda com a amortização de dívidas e o pagamento de juros, que alcançou 30%, estabelecendo um novo recorde histórico. Este patamar, que retorna aos níveis observados em 2021, ilustra a fragilidade do orçamento doméstico diante das atuais condições do mercado de crédito. A alta carga de juros e o volume de obrigações financeiras têm limitado a capacidade de consumo e poupança das famílias, sinalizando desafios estruturais para a economia. A persistência desses índices reflete a dificuldade de gestão financeira em um ambiente de crédito restritivo, exigindo atenção redobrada sobre a sustentabilidade do endividamento a longo prazo.
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