Goldman Sachs recomenda venda de ações da Vivo e mantém neutra a TIM
O banco atualizou sua cobertura do setor de telecomunicações brasileiro, citando desafios de fluxo de caixa e pressão competitiva na banda larga.
Pontos principais
- O Goldman Sachs fixou preço-alvo de R$ 36,50 para a Vivo, recomendando a venda das ações.
- A recomendação para a TIM permanece neutra, com preço-alvo de R$ 24,80, sustentada pelo dividend yield.
- A América Móvil, controladora da Claro, recebeu recomendação de compra devido ao momento operacional.
- O banco aponta que o mercado de banda larga fixa sofre com a fragmentação e alta concorrência regional.
O Goldman Sachs retomou a cobertura das principais operadoras de telecomunicações na América Latina, apresentando uma visão cautelosa sobre as empresas brasileiras. A recomendação de venda para a Vivo (VIVT3) reflete a expectativa de uma desaceleração no fluxo de caixa livre da companhia nos próximos períodos. Em contrapartida, a TIM (TIMS3) foi classificada como neutra, com analistas destacando a atratividade de seus dividendos como um ponto de suporte para o papel. O setor de telefonia móvel no Brasil é descrito pelo banco como um triopólio virtual, onde a competição é disciplinada. Contudo, o segmento de banda larga fixa continua sendo um desafio, pressionado pela fragmentação do mercado regional. Enquanto isso, a América Móvil, dona da Claro, destaca-se positivamente com recomendação de compra, impulsionada por sua estratégia operacional e pela recente compra da Desktop.
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