As ações da Telefônica Brasil (VIVT3), controladora da Vivo, registraram uma queda acentuada no mercado após o UBS BB rebaixar sua recomendação para os papéis da empresa de compra para venda. O banco de investimentos também ajustou o preço-alvo para as ações, passando de R$ 37,50 para R$ 36. A decisão do UBS BB reflete uma postura mais seletiva no setor de telecomunicações na América Latina, apesar de um ambiente operacional considerado benigno.
A análise do UBS BB aponta que o crescimento do fluxo de caixa livre da Vivo, de cerca de 5% ao ano, está abaixo da média de seus pares latino-americanos, que é de 12%. Além disso, a avaliação de mercado e os rendimentos de dividendos e fluxo de caixa livre da Vivo caíram para níveis de um dígito, tornando a ação menos atrativa. O banco também destacou que a Vivo apresenta um perfil de retorno inferior e é considerada aproximadamente 30% mais cara em comparação com concorrentes globais.
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