Félicien Kabuga, figura central na logística do genocídio de Ruanda em 1994, morreu enquanto estava sob custódia de um tribunal da ONU em Haia. O suspeito, que era um dos fugitivos mais procurados do mundo por décadas, enfrentava acusações de financiar milícias e fornecer armamentos utilizados no extermínio de centenas de milhares de pessoas. A morte foi confirmada por autoridades judiciais internacionais, encerrando um longo capítulo de busca por justiça para as vítimas do conflito.
O julgamento de Kabuga estava suspenso há algum tempo devido ao seu estado de saúde debilitado, o que impedia sua participação efetiva nas audiências. Sua captura em 2020, após anos foragido, foi considerada um marco importante para o tribunal internacional, embora o desfecho clínico tenha impedido a conclusão do processo judicial que visava responsabilizá-lo pelos crimes contra a humanidade cometidos durante o genocídio.
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