A Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados aprovou o projeto que institucionaliza o programa Celular Seguro. No entanto, a versão aprovada excluiu mecanismos fundamentais de rastreabilidade, gerando preocupação entre especialistas em segurança pública. O objetivo original da iniciativa era dificultar a revenda de aparelhos roubados ou furtados por meio de ferramentas tecnológicas de localização e bloqueio. Com a remoção desses dispositivos, críticos argumentam que a eficácia do programa no combate à criminalidade urbana pode ser severamente comprometida. A medida altera o escopo central da proposta, levantando debates sobre o impacto prático da política pública na proteção do patrimônio dos cidadãos e na desarticulação de mercados ilegais de eletrônicos.
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