O Banco Digimais, controlado por uma holding ligada ao bispo Edir Macedo, enfrenta questionamentos sobre a transparência de suas operações financeiras. Além de transferir carteiras de crédito com alta inadimplência para fundos externos, prática que permitiu retirar perdas significativas de suas demonstrações contábeis, a instituição realizou investimentos de R$ 3 bilhões em fundos que carecem de auditoria documental. A falta de documentos comprobatórios impossibilitou que auditores verificassem a real situação desses ativos, gerando incertezas sobre a qualidade dos investimentos e a saúde financeira do banco. Essas manobras contábeis e a opacidade na gestão dos recursos levantam preocupações no mercado sobre a eficácia da governança corporativa e a precisão dos resultados apresentados pela instituição perante os órgãos reguladores.
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