O governo chinês iniciou uma campanha de conscientização sobre riscos de espionagem estrangeira, destacando o uso de atividades cotidianas como fachada para a coleta de informações estratégicas. Segundo um documentário divulgado pela Administração Nacional de Proteção de Segredos de Estado e transmitido pela rede estatal CCTV, espiões estariam se infiltrando em eventos civis, como casamentos próximos a bases navais, para obter registros visuais confidenciais. Além disso, a iniciativa aponta que tecnologias agrícolas, equipadas com radares e sistemas de GPS, têm sido empregadas para o mapeamento ilegal de áreas sensíveis. A campanha também adverte a população sobre o uso de projetos de direção autônoma como pretexto para a obtenção de dados geográficos e estruturais. O esforço reflete a crescente preocupação de Pequim com a segurança nacional e o controle de informações em um cenário de vigilância tecnológica intensificada.
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