A produção do longa-metragem "Dark Horse", que narra a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro, tornou-se alvo de uma série de denúncias e investigações. Além dos conflitos ideológicos e pressões relatadas pela equipe técnica, a Ancine confirmou que a produtora Go Up Entertainment não possuía registro ou autorização para filmar no Brasil. O projeto, que teria recebido R$ 134 milhões do banqueiro Daniel Vorcaro, é investigado por possíveis irregularidades financeiras, incluindo suspeitas de que parte dos recursos tenha custeado despesas pessoais de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. Paralelamente, o Sindcine protocolou denúncias formais contra a produtora por descumprimento de obrigações contratuais e condições de trabalho degradantes. A obra, que conta com a participação de figuras como Mário Frias e Cyrus Nowrasteh, enfrenta agora um cenário de incerteza jurídica e administrativa.
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