O Tesouro Nacional desembolsou R$ 377,05 milhões em abril de 2026 para honrar dívidas de estados que não cumpriram suas obrigações financeiras garantidas pela União. Com esse repasse, o total acumulado no ano chega a R$ 1,37 bilhão. Os estados do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul foram os principais beneficiários das garantias executadas no período. Desde 2016, o impacto acumulado para os cofres federais soma R$ 87,89 bilhões, enquanto a recuperação desses valores permanece limitada, totalizando apenas R$ 6,04 bilhões no mesmo intervalo. A dificuldade de reaver o montante deve-se, em grande parte, à suspensão temporária da execução de contragarantias para entes que aderiram ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF), o que pressiona o orçamento da União e limita a eficácia do mecanismo de ressarcimento.
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